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A trajetória da Mariah Carey no R&B

Aí você se pergunta: - Peraí, aqui é o Vitrola Black! O que um texto sobre a Mariah Carey faz aqui? Então vamos lá que eu vou te explica...


Aí você se pergunta: - Peraí, aqui é o Vitrola Black! O que um texto sobre a Mariah Carey faz aqui?
Então vamos lá que eu vou te explicar.

Todo mundo conhece ela ou já ouviu falar nela ou já ouviu alguma música dela. Ótima cantora, voz incrível e baladas que já embalaram romances mundo afora. Mas, o que ninguém sabe, é que a Mariah descende de uma família multi-racial o pai da Mariah era negro). E por esse fato, os Carey's sofriam constantes ameaças, racismos e preconceitos dos vizinhos, o que fez a família se mudar várias vezes. Isso resultou no divórcio dos pais. A mãe, Patrícia, era cantora de ópera e teve que sustentar os filhos, fazendo alguns outros trabalhos como garçonete e também se apresentando em pequenos bares. E então, Mariah passava o dia ouvindo músicas e imitando as altas notas das cantoras.
Aí você se pergunta de novo: - Ok, entendi a história dela... mas e a música? Ok, vamos pular agora pra essa parte.
Mariah Carey apereceu e estourou no mundo em 1990 como uma cantora pop. Casou-se com o Tommy Motolla, presdidente da sua gravadora na época, a Sony Music. E este controlava cada passo, cada ritmo, cada música. Colecionou grande prestígio e músicas de sucesso. Mas, em 1995 chegava a hora de mudar. Ora, Mariah era apaixonada pela a música negra, era apaixonada pela cultura negra (nos seus clipes, os negros sempre foram presentes) e passava o dia escutando R&B, rap e hip hop, então por que não experimentar disso? E assim o fez. Em outubro de 1995, sai o Daydream, um álbum ligeiramente voltado ao R&B e hip hop, mas mesmo assim muito diferente dos anteriores e tendo como primeiro single, a música Fantasy.

A gravadora mostrou-se insegura nas escolhas da cantora, mas a resposta veio cedo: Fantasy estreou em primeiro lugar nas paradas de sucesso e permaneceu lá por 8 semanas consecutivas.


Mas isso era só o começo e Mariah queria muito mais. Então, o que ela fez?
Simples: reuniu-se com um rapper, o famoso Ol' Dirty Bastard ou O.D.B. e lançou um remix de Fantasy. Era a primeira vez na história da música que uma cantora pop se unia com um rapper (modelo seguido até hoje por cantoras da atualidade). Resultado? Imagine o sucesso que Fantasy tinha feito e multiplique por 10.



Mariah tava na onda do sucesso, mas, foi ainda mais ambiciosa e esperta. Uniu-se com o famoso quarteto, Boyz II Men, e lançou o segundo single do Daydream.
A música One Sweet Day também estreou diretamente no primeiro lugar e permaneceu nessa posição por incríveis 16 semanas (recorde até hoje não superado).


Daí, Mariah passou o ano colhendo os frutos que plantou. Mais singles foram lançados, mais sucessos, shows, problemas com a gravadora, divórcio com o marido... e agora temos uma Mariah Carey solteira e liberta. E o que ela fez em 1997? Lançou seu álbum Butterfly (considerado por ela e pelos os críticos o melhor de sua carreira).

Como Mariah tinha mais controle sobre seu trabalho, mergulhou ainda mais no R&B e hip hop. Mudou os produtores, mudou sua imagem, mudou sua presença de palco. Agora ela dançava, agora ela se cercava de rappers, agora ela era sexy. O resultado disso é claro nos singles Honey (primeira música de trabalho do álbum e sucesso absoluto, repetindo o mesmo feito de Fantasy e One Sweet Day, estreando diretamento no primeiro lugar) e na música Breakdown.

Honey:

Breakdown:


(... essa história não acabou.  Continua semana que vem.)
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